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      Robinson Machado, 27, paulistano, é jornalista e artista plástico. Publica no blog fragmentos literários e arte visual

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    Jornalista plástico
     


    Feliz Dia Internacional da Mulher

    Imagem: Robinson Machado // Mais em www.picasaweb.google.com/robinsonmachado



    Escrito por Robinson Machado às 16h57
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    Rosa

    Prédio desses, maior que sequóia, cheio de gente da lida, não faz sombra boa pra ajeitá os couros da montaria e dormir a tarde pra ela correr devagarinho. Me volta as tristezas, ai que pegam no bucho, sim senhor sim senhora, se firmo as vista contra o sol e vejo esse povo todo de gravata ajeitada com nó de laçador, manga de camisa abotoada até os polegares, andando que nem saúva, depois da bóia que se vende por renda de mês, em punhados de umas cores que não se vê sem vidro preto na cara, antolho mal colocado; dizem que nem fogo usam pra fazer. Esses ligeiros.

     

    Se cá fosse fazenda, se é que num foi uns tempos desses, boi carecia de boiadeiro não; bastavam umas luz verde-vermelha-amarela e um homem de amarel´arrom pras travessias. E a gente toda ia andar pelo meio da boiada brava, barulhenta, zangada que só de noite. Um vai que vai num vai volta da porra; é menino pedindo em vez de capiná, é mulher-da-vida de dia de fora das casas da noite, é falta de tudo pra quem falta e sobra de tudo pra quem não quer dar.  

     

    Sei das coisas não, não senhor não senhora. Vim parar nessa tal de Vila Olímpia, que de vila tem mais face pra vilã, por causa de empurro de destino; as vontades do capeta. Aprendi tud´antes pra tocar a vida, o gado e a viola. Agora é só agouro.

     

    Joguei tudo no trilho do trem que parece vaquejada na capelinha da nossa senhora do socorro. Fico por aqui, no desespero morno. Fico nesse chão que não tem terra pra pisar, não tem terra pra plantar família nem pra colher alegria; nesse chão fervendo de tão cinza, fedendo de tanta gente ruim; nesse chão que cobre uma vista que já foi poesia. Que já foi boniteza. Que já foi.



    Escrito por Robinson Machado às 14h32
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    Paparazzo´s job

    http://picasaweb.google.com/robinsonmachado/JulianaPaesNoRoyalClub

    http://ofuxico.terra.com.br/materia/noticia/2008/03/02/juliana-paes-curte-a-noite-em-sao-paulo-sem-o-noivo-75718.htm

    http://gente.ig.com.br/materias/2008/03/02/juliana_paes_e_vanessa_da_mata_se_jogam_na_balada_paulistana_1211797.html

    http://www.portalmaratimba.com/noticias/news.php?codnot=226004#

    http://estrelando.uol.com.br/interna/interna_25743.htm  

    http://ego.globo.com/ENT/Noticia/Sobre_ontem_a_noite/0,,MUL334010-6944,00-JULIANA+PAES+CAI+NA+NOITE+SOZINHA.html

    http://ego.globo.com/ENT/Colunas/0,,8272-p-CONEXAO+SP,00.html

    Juliana Paes, Cristina Kutianski e Sabrina Coghiatti, no Royal (Foto: Robinson Machado)

    Depois de ir ao Nhoque da Sorte do Quattrino, na sexta-feira, a atriz Juliana Paes, em cartaz na cidade no musical Os Produtores, está aproveitando para conhecer a noite de São Paulo. No sábado, ela foi conhecer a vida noturna no centro histórico da cidade e passou a madrugada dançando em um dos camarotes do Club Royal, a casa noturna de Cacá Ribeiro e Marcus Buaiz, no edifício da Galeria Zarvos. A atriz chegou a casa por volta das 2 horas da manhã, acompanhada por Sabrina Coghiatti e Cristina Kutiansky para encontrar mais amigos que já as esperavam no club. Na mesma noite, a cantora Vanessa da Mata trocou um palco pela pista do Royal para aproveitar a noite entre amigos. No comando das pick ups, o DJ Zé Pedro comandou sets de pop e house com suas peculiares mixagens do melhor da música brasileira. (Portal Onne - César Giobbi)



    Escrito por Robinson Machado às 10h54
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