Aconteceu, virou manchete
Pois é, de paradoxo em paradoxo, a gente vai levando. A gente vai levando experiência pra casa, sabendo como é pra poder criticar, sabendo os dois lados pra não escolher nenhum.
De um lado do ringue, o cenário cultural, a arte de elite, os conceitos, as teorias, os chatos falando de arte e a arte na minha vida como a principal atividade mental. Até que enfim.
Do outro lado, o papo, o pop, a indústria, o comercial, o luxo, o pseudo-glamour, a moda, o design, o jornalismo econômico, o mundo corporativo.
http://contigo.abril.com.br/reportagem/tulio-dek-pronto-decolar-391842.shtml?ft=1p
Mas acontece que nesse boxe todo não defendo cinturão, não sou desafiante. Sou o juiz da minha vida e de um jeito ou de outro, to ali pra não deixar que nenhum golpe baixo aconteça. To ali pra controlar o tempo das coisas, contar até 10 pra quem cair. Então, um dia do fútil, outro dia to no útil.
http://guia.folha.com.br/exposicoes/ult10048u411012.shtml
http://diversao.uol.com.br/album/arte_e_liberdade_album.jhtm
http://www.japao100.com.br/agenda/136/
E tem outra. Só existe uma coisa melhor que ser jornalista:
ser fonte...
Escrito por Robinson Machado às 14h05
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3
Mal dia. Sem
Sim. Ora, nem
mil, nem fim.
Nem paz; Nós
não... Rio, sim,
tão sem vez
Vai ver, ela via
ser. Mês dez
sem seu par
Escrito por Robinson Machado às 13h39
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